Trecho da última entrevista concedida (TV Cultura, 1977)
J.L. Você se considera uma escritora popular?
C.L. Não.
J.L. Por qual razão?
C.L. Bom, me chamam até de hermética. Como é que posso ser popular sendo hermética?
J.L. E como você vê essa observação que nós colocamos entre aspas: hermética?
C.L. Eu me compreendo. De modo que eu não sou hermética, pra mim... Bom, tem um conto meu que eu não compreendo muito muito bem.
J.L. Que conto?
C.L. O ovo e a galinha.
J.L. Entre os seus diversos trabalhos, sempre existe - e isso é natural - o filho predileto. Qual aquele que você vê com mais carinho até hoje?
C.L. O ovo e a galinha, que é um mistério pra mim. (...)
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